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Selo da Funerária Líder — a conta honesta sobre plano funerário em Salvador
Custos e Planejamento

Plano funerário vale a pena? A conta honesta

Somando tudo, quem contribui por muitos anos paga mais do que um funeral custaria à vista. Ainda assim, milhares de famílias em Salvador contratam — e há um motivo que não é financeiro.

7 min de leituraVinicius Coutinho · Sócio fundador do Campo do Bosque

A maior parte do que se lê sobre plano funerário começa com a mesma promessa: sai mais barato que pagar na hora. Vamos começar pelo contrário — pela parte que os anúncios não contam.

Primeiro, a conta que não fecha a favor do plano

Um funeral em Salvador custa, em média, entre R$ 3.500 e R$ 12.000, dependendo de urna, ornamentação, cemitério e translado. O Plano Social, mais econômico da tabela do Campo do Bosque, custa R$ 49,90 por mês.

Divida R$ 3.500 por 60 meses e você chega a R$ 58,33 — mais caro que a mensalidade. Parece que o plano ganha. Mas continue a conta: em dez anos de contribuição, os mesmos R$ 49,90 somam quase R$ 6.000. Em quinze, ultrapassam R$ 8.900. Para uma pessoa que contrata aos 40 anos e vive até os 80, o plano custa muito mais do que o funeral custaria à vista.

Se alguém tentar vender um plano funerário dizendo que ele é mais barato que um funeral, peça para fazerem essa conta até o fim. Ela inverte por volta do sexto ano de contribuição.

Então por que tanta gente contrata?

Porque a comparação certa não é uma mensalidade contra um funeral. É uma mensalidade contra vários funerais — e contra uma decisão de milhares de reais tomada em poucas horas, por quem acabou de perder alguém.

A grade familiar do Campo do Bosque cobre até 10 beneficiários. Cada valor da tabela — R$ 3.500, R$ 12.000 — é o custo de UM funeral, para UMA pessoa. A mensalidade não. Uma família de seis pessoas cobertas pelo mesmo plano muda completamente a aritmética, e é essa configuração, não a individual, que responde pela maioria das adesões.

O que a mensalidade compra, além de dinheiro

  • A decisão sai da hora do luto. Escolher urna, cemitério e ornamentação com o corpo ainda no hospital é onde as famílias mais gastam demais.
  • O preço fica travado na faixa de idade da contratação. Quem entra aos 52 anos continua na mesma faixa aos 75.
  • A burocracia deixa de ser sua: declaração de óbito, cartório, prazos legais e reserva de cemitério passam a ser problema da funerária.
  • Não há negociação sob pressão emocional. O que está no contrato está definido antes de qualquer coisa acontecer.

Quando o plano não vale a pena

Há situações em que a resposta honesta é não. Se você é jovem, tem reserva financeira, não pretende incluir outras pessoas e é disciplinado o suficiente para manter esse dinheiro guardado e intocado por décadas, poupar é matematicamente melhor. O plano é um produto de proteção, não de investimento — e nunca vai render nada.

E existe uma condição que precisa ser dita antes de qualquer outra: a carência. No Campo do Bosque, ela é de 180 dias. Quem contrata pensando em usar em poucos meses precisa saber disso, e precisa saber que a quebra de carência custa R$ 6.500,00 nas primeiras 72 horas após a adesão e R$ 5.900,00 depois.

Como decidir, na prática

  1. 1Conte quantas pessoas entrariam no plano. Abaixo de três, a conta individual pesa; acima disso, ela vira outra conversa.
  2. 2Veja a mensalidade da sua faixa de idade — não a de entrada. É a idade de quem contrata que define o valor.
  3. 3Compare o teto da cobertura cemiterial com o que a sua família de fato pretende usar: cemitério municipal ou particular, sepultamento ou cremação.
  4. 4Leia a cláusula de carência e a de reajuste antes de assinar. Em qualquer empresa.

Quer a conta feita com os seus números?

Diga quantas pessoas entrariam e a idade de quem vai contratar. Um consultor devolve a mensalidade exata e as condições completas, sem custo e sem compromisso.

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